Dedetização Marimbondo

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Dicas de Dedetização Marimbondo Porto Alegre

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Dedetizadora Porto Alegre

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Introdução a Biologia dos Marimbondo

Marimbondo é o nome comum para designar Himenópteros (Hymeno (membrana) + ptera (asas)), que são vespas das famílias Vespidae, Pompilidae ou Sphecidae. Existem espécies solitárias e sociais. Os marimbondos (vespas) solitários fazem seus ninhos das mais diversas formas; a maioria caça lagartas e leva para dentro de seus ninhos para servirem de alimento às larvas.

Identifica-se um marimbondo solitário, pois, na maioria das vezes, possuem coloração preta com manchas amarelas e variam de 10 a 25 mm de comprimento. Popularmente, todas as espécies de himenópteros que não são as abelhas nem as formigas, são conhecidas como vespas ou marimbondos.

Algumas vespas são sociais, ou seja, apresentam simultaneamente sobreposição de pelo menos duas gerações adultas, cuidado cooperativo com a prole e divisão de trabalho reprodutivo, enquanto outras são solitárias. As sociais são familiares à maioria das pessoas e apresentam uma sociedade de castas, com a rainha, operárias e machos.

Apenas as fêmeas podem ferroar, devido à presença do canal de saída do ovo (canal ovipositor). O ninho das vespas sociais é construído com um material muito semelhante a papel, formado por madeira ou folhagem mastigada e elaborada pelo inseto.

A rainha começa a construção de um novo ninho e ela mesma se encarrega de nutrir as primeiras larvas. Pouco tempo depois as operárias (nascidas da primeira ninhada) assumem o papel de cuidar das larvas e a rainha passa a apenas depositar os ovos. Nesta seqüência são depositados ovos que darão origem a machos e fêmeas.

Possuem abdome pedunculado (na maioria), quatro asas membranosas (sendo as anteriores muito maiores que as posteriores), antenas menores que o corpo, capazes de perceber odores; geralmente apresentam aparelho bucal mastigador muito forte e possuem hábito diurno. Seu sistema de visão é formado por dois olhos compostos e três simples.

Atuam na polinização das plantas e também fazem o controle de pragas agrícolas, uma vez que se utilizam de insetos para alimentar as crias. São atraídos por carne, peixes, sucos de frutas e xarope de gengibre.


Habitat dos Marimbondos

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Habitam áreas rurais e urbanas, matas e cerrados, ocorrendo em todo o Brasil. Possuem hábito diurno e alimentam-se de insetos como cupins, formigas, lagartas, gafanhotos, aranhas e mosquitos, entre eles o Aedes egypti, transmissor da dengue. As casas são semelhantes às das abelhas.

Elas são divididas em favos (células hexagonais), que servem como depósito de uma substância feita a partir de larvas de pequenos insetos. Esse mel tem aparência escura e é produzido para consumo interno dos marimbondos. Não é utilizado para consumo humano, pois é muito forte e amargo.

A rainha do grupo vive no centro da construção. Podem instalar-se em locais abertos, presos a galhos, em casas ou qualquer outro local protegido, devido ao desmatamento e à proximidade do homem. Vistos como inimigos devido a suas ferroadas doloridas, os marimbondos têm também seu lado positivo.

Contudo quando a população desses animais aumenta descontroladamente, faz-se necessário o controle para que a convivência não se torne perigosa. Essa influência positiva sobre o meio ambiente levou os pesquisadores a desenvolver estudos para aproveitar os marimbondos no controle biológico de pragas.

É importante distinguir controle biológico (biocontrole) natural e aplicado. O controle biológico natural é a redução da população de uma espécie por inimigos naturais, sem a manipulação desses pelo homem. Em contraste, o controle biológico aplicado é a redução da população de uma espécie por inimigos naturais quando o homem manipula tais populações com a finalidade de controle da população.


Perigo da Picada dos Marimbondos

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Os tipos de marimbondos mais temidos são o cavalo e a mamangava. O marimbondo cavalo tem o corpo esbelto, e sua cor é marrom avermelhado. Eles não são agressivos e só se defendem se forem incomodados. Se o ninho estiver em um lugar alto e não apresentar risco de batidas mecânicas ou algo semelhante, não será necessário retirá-lo.

No entanto, existe o risco de ter outros ninhos por perto. Cada vespa desse ninho é capaz de fundar um outro, multiplicando assim o número de ninhos. Quanto à mamangava, o motivo da infestação está na época do florescimento das espécies de plantas em que elas coletam seu alimento.

Quando o tempo é bastante chuvoso, elas quase não conseguem coletar alimento e quando o sol aparece esses insetos aproveitam para suprir o que consumiram durante as chuvas. A infestação também pode estar relacionada aos locais de nidificação (local de construção do ninho).

Se a região tiver muita madeira oca ou outros locais que favoreçam a formação dos ninhos, as mamangavas certamente irão se alojar nesses lugares. Essas espécies são ótimas polinizadoras de plantas e estão desaparecendo devido à eliminação de seus sítios de nidificação pelo desmatamento. Se não forem agredidas não causam problemas maiores.

A composição do veneno do marimbondo é pouco conhecida pois não existem muitos estudos a respeito. Ao contrário das abelhas, esses artrópodes não deixam o ferrão no local da picada. Por serem maiores e fisicamente mais assustadores aparentam ser mais venenosos que as abelhas, o que não é verdade. Os efeitos do veneno são semelhantes aos das abelhas, porém menos intensos.

O veneno de vespa contém histamina e serotonina, que são agentes químicos envolvidos nas respostas alérgicas em geral. Esses animais normalmente não são agressivos, só atacam se forem incomodados. O risco dos acidentes depende do número de picadas e da hipersensibilidade do indivíduo acidentado.

O quadro habitual após a picada é dor intensa e eritema local (sinal típico da inflamação, na qual a pele fica com coloração avermelhada devido à vasodilatação capilar). Há também sintomas de edema (inchaço) de intensidade variável, referindo-se a um acúmulo anormal de líquido intersticial constituído principalmente de proteínas e sais.

São sinais e sintomas comuns: mal-estar, ansiedade, sudorese (suor), prurido local (coceira), náuseas, tremores e vômitos. Nos indivíduos hipersensibilizados podem ocorrer urticária (alergia na pele) e broncoespasmo (dificuldade na respiração devido à contração da musculatura dos brônquios nos pulmões).

Também foram constatados: hipotensão arterial (baixos valores da pressão arterial), inconsciência e choque, podendo evoluir para a morte, caso não ocorra medicação correta. Em animais, as reações tóxicas sistêmicas observadas são: vômitos, diarréia, sinais de choque e dificuldade respiratória em decorrência de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA).

Nos cães, além dos quadros de choque e SARA, casos de crise hemolítica também têm sido descritos. As picadas no pescoço ou na mucosa oral podem levar a edema de glote, resultando em morte por asfixia.


O que fazer após receber uma picada?

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Sempre que possível leve com você o inseto que lhe causou a reação ou tente identificá-lo. É muito importante que o médico saiba o tipo do inseto a que você pode ser alérgico. As vespas e marimbondos picam mais de uma vez. Tenha cuidado em não apertar o corpo do animal ao retirá-lo, pois pode ocorrer a injeção de mais veneno.

Mesmo se você não tiver reações alérgicas às picadas de inseto, isso pode causar grande desconforto. Para aliviar a dor você pode colocar uma compressa de água fria no local. Não perfure qualquer bolha que possa surgir no local da picada – limpe-a com água e sabão neutro para evitar infecções.

Cremes que contenham corticosteróides tópicos e anti-histamínicos orais auxiliam no controle da inflamação e do prurido local. Nas visitas ao campo ou em lugares onde exista alta incidência desses insetos, utilize sapato fechado, use repelente, meia alta e luvas para proteção das mãos.


Prevenção Marimbondo

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Alguns cuidados que devem ser tomados diante de marimbondos:

1. Não se aproxime de ninhos de abelhas ou vespas ou manipule-os, especialmente se os animais estiverem agitados; Evite movimentos bruscos perto de seus ninhos;

2. Atenção ao som característico do enxame;

3. Caso seja ferroado, verifique se não há alguma reação alérgica. Caso haja reação alérgica, procure um médico.

4. Se a ferroada ocorrer na cabeça e/ou pescoço, procure imediatamente auxílio médico;

5. Caso sinta-se incomodado com a presença de um ninho e queira removê-lo, chame o Corpo de Bombeiros ou empresa especializada.

Ataque às videiras: marimbondos X abelhas

O marimbondo, por possuírem mandíbulas bem desenvolvidas, conseguem romper uma película que envolve a uva e assim sugam seu líquido interno. Ao extravasar, esse líquido atrai grande quantidade de abelhas, que acabam expulsando os marimbondos da baga rompida, levando-os a romper outra uva em seguida até, por fim, secar todo o cacho do fruto.

Uma baga refere-se a um fruto carnoso simples, muito comum na botânica, no qual a parede do ovário inteiro amadurece em um pericarpo comestível. Por definição, pericarpo é a camada externa do fruto, que envolve as sementes das angiospermas, plantas que apresentam fruto para proteção de suas sementes.

O “ataque” de marimbondos e abelhas às videiras deve-se à falta de florada no período de maturação da baga. Esses insetos preferem néctar a qualquer exudato adocicado, sendo as flores a primeira fonte de alimento, e não os frutos. A falta de floradas está associada à ausência de matas nativas próximas aos parreirais, que forneceriam flores durante o período de frutificação da cultura.

Outra situação comum é a falta de planejamento dos apicultores, que muitas vezes, superpovoam as áreas próximas aos vinhedos, potencializando o problema relativo a esses artrópodes. O ataque dos himenópteros deve ser monitorado, devendo-se adotar medidas preventivas. Um exemplo disso seria o plantio escalonado de áreas marginais aos vinhedos com espécies que floresçam no mesmo período de maturação da videira.

O plantio escalonado consiste na distribuição de variedades de plantas com diferentes características de ciclo de desenvolvimento, em diferentes épocas, dentro do intervalo de tempo indicado para o plantio da cultura em cada região. Isso irá suprir o alimento para as abelhas no período crítico de ataque.

Quando possível, ensacar os cachos de uva próximos à colheita. As matas próximas aos parreirais podem ser reflorestadas com plantas do gênero Eucalyptus, por exemplo, ampliando a fonte de alimento para essas espécies. O emprego de repelentes para evitar o ataque de vespas e abelhas na uva tem se constituído uma opção de manejo.

Deve-se tomar cuidado com o extermínio dos ninhos de marimbondos, pois são auxiliares na predação de pragas e polinização de culturas, pois alimentam sua prole com insetos como cupins, formigas, lagartas, gafanhotos, etc..


Ninhos de Marimbondos

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As vespas são importantes no estudo do comportamento social por apresentarem vários graus de sociabilidade. A família Vespidae é composta por seis subfamílias Euparagiinae, Masarinae, Eumeninae, Stenogastrinae, Polistinae e Vespinae. Destas, apenas três – Stenogastrinae, Polistinae e Vespinae – apresentam os estágios de organização social, ou seja, vivem em sociedades organizadas em castas. A diferenciação de castas é aparente em Vespinae, porém em Stenogastrinae não é notória.

Já nos Polistinae, a diferenciação entre as castas pode ser tanto discreta como evidente, tornando-a intermediária entre os Stenogastrinae e Vespinae. Vespas enxameadoras ocorrem em Vespinae (Provespa), Ropalidiini (Ropalidia e Polybioides) e dentro dos 19 gêneros Neotropicais da tribo Epiponini, todos com representantes no Brasil.

A formação de castas pode ser definida por pressão do ambiente e por fatores genéticos ou morfológicos, sendo que fatores morfológicos são caracterizados por especializações de funções em favor da sobrevivência, como reprodução e defesa.

Algumas vespas solitárias põem seus ovos sobre as vítimas no ambiente natural, como Cotesia flavipes, parasitóide da lagarta Diatraea saccharalis (conhecida como broca da cana-de-açúcar), mas outras precisam de um ninho para abrigar a prole. No meio ambiente, os ninhos desses insetos são crípticos e camuflados, ou seja, são mecanismos de defesa usados pelos animais, que os protegem contra ataque de predadores.

Esses mecanismos envolvem fatores como forma, coloração e transparência, características que irão disfarçar os ninhos do meio ambiente. A nidificação, que é a ação de construção de ninhos, pode ser feita em folhas de muitas plantas, bem como em troncos de árvores ou cavidades naturais.

Os ninhos podem ser constituídos pelos mais diversos tipos de materiais, como polpa de madeira, fibras e tricomas, apêndices epidérmicos, vistos popularmente como “pêlos” ou pequenas “escamas”, presentes em órgãos de plantas (como folhas e caules). Esses tricomas macerados e misturados com água e, em alguns casos, com secreção glandular, podem constituir o ninho dos marimbondos.

Já nas áreas urbanas, muitas espécies de vespas sociais demonstram um alto grau de sinantropia, ou seja, vivem em associação com o homem, sendo freqüentes junto às edificações e casas. Seus ninhos podem alcançar grande desenvolvimento e, desta forma, permanecer por muitos anos no local.

O fato das vespas sociais construírem seus ninhos próximos às construções humanas lhe confere maior sucesso reprodutivo. Isso porque neste ambiente ocorre uma redução da pressão de predação, bem como uma maior oferta de ambientes para construção de ninhos em segurança das intempéries climáticas, como frio, chuvas, raios e sol.

A definição de insetos sociais são aqueles que apresentam simultaneamente, sobreposição de pelo menos duas gerações adultas, cuidado cooperativo com a prole e divisão de trabalho reprodutivo. Vespas sociais formam dois grupos distintos em relação à fundação de seus ninhos: fundadoras independentes e por enxame.

O primeiro grupo refere-se a uma fêmea inseminada que funda sozinha o ninho, podendo uma ou mais fêmeas unir-se a esta; já o último grupo (fundadoras por enxame) trata-se de um grande número de operárias acompanhadas por uma ou mais rainhas que iniciam um novo ninho.

O enxameio refere-se a processo sincronizado de formação de uma nova colônia e pode ocorrer de duas formas distintas:

1. Enxame de evacuação: produzido quando o ninho é abandonado por motivo de predação ou dano;

2. Enxame reprodutivo (fissão): onde parte da população adulta deixa a colônia para iniciar um novo ninho em outro local.

Quando um ninho é atacado ou sofre danos, os marimbondos o abandonam formando agrupamentos temporários geralmente em folhas de árvores próximas. Posteriormente, o enxame migra para um novo local e inicia a construção de um novo ninho. Essas interrupções no ciclo da colônia das vespas são custosas por ocasionar uma redução no número de operárias devido à emigração e também ao tempo gasto para a construção de um novo ninho e o desenvolvimento de uma nova prole adulta.

O marimbondo são insetos protegidos pela legislação (lei n° 9.605/98). Esta lei permite a remoção ou controle de colônias de vespas e marimbondos, desde que seja devidamente caracterizado o risco que essas espécies trazem ao homem. Para eliminar o ninho é necessário entrar em contato com empresas especializadas ou com o IBAMA.

Para isso, deve-se fazer o registro fotográfico da possível situação de risco como comprovação da necessidade de controle ou remanejamento dos ninhos. A maioria dos marimbondos constrói ninhos fechados, como por exemplo, Polybia paulista popularmente conhecido como “paulistinha”, porém há ninhos abertos como é o caso do Pepsis fabricius, conhecido como “marimbondo-cavalo”.

Algumas espécies, como a vespa-solitária, fazem ninhos no chão, semelhante a uma toca. Os marimbondos procuram lugares abrigados e onde estejam protegidos de predadores – principalmente formigas e pássaros – para construir seus ninhos.


Métodos de Controle de Marimbondo

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Para a eliminação do enxame, utilizam-se iscas associadas a inseticidas de ação lenta. O marimbondo são atraídos por carne, peixes, sucos de frutas e xarope de gengibre. Outro método é borrifar o ninho com um inseticida doméstico dissolvido em óleo vegetal.

Neste caso, tomam-se algumas precauções:

– Faça o trabalho à noite, quando as vespas estão recolhidas ao casulo.

– Fique em silêncio e não use perfumes ou produtos com cheiro forte, pois podem irritar os animais.

– Aproxime-se do vespeiro com roupa grossa ou vestimenta de apicultor e óculos para proteger os olhos, pois algumas vespas espirram veneno de longe.

Os marimbondos possuem um hormônio chamado feromônio, que funciona como atrativo entre indivíduos da mesma espécie. Essa substância é secretada pelos insetos no momento da construção dos ninhos. E isso faz com que eles voltem sempre para os mesmos lugares, inclusive depois que o casulo foi destruído.

Uma sugestão é utilizar um produto com cheiro forte e ação repelente, como o óleo de citronela ou de eucalipto, para mascarar o feromônio, dificultando assim a instalação desses indivíduos no local.

Ainda que o pensamento popular sobre estes animais concentre-se em torno de seus dolorosos acidentes e do grande número de indivíduos que saem para “atacar”, a ação nociva desses insetos não é extremamente relevante quando levamos em conta a contribuição nos aspectos ecológicos e econômicos.

Boa parte das vespas são predadoras de muitas pragas agrícolas e, consequentemente, agentes valiosos no controle biológico. Mesmo em baixos níveis populacionais, os predadores contribuem na diminuição da quantidade de pragas, reduzindo os picos de infestação quando predadores naturais de hospedeiros são ineficazes.

Os himenópteros de importância médica são: abelhas, marimbondos, formigas e vespas. A incidência de acidentes com esses insetos é pouco conhecida. Reações alérgicas são mais frequentes e incidentes graves são devido aos ataques maciços.

Os marimbondo são importantes no controle de pragas através do manejo correto de suas colônias, uma vez que utilizam-se de insetos para alimentar as crias. Um exemplo disso seria o gênero Polistes spp. como agente importante no controle de artrópodes, principalmente lagartas de lepidópteros (borboletas e vespas), que são o principal alimento das suas larvas.

A palavra inglesa wasp (que deu origem a ‘vespa’) significa ‘carregador de cadáver’ e provavelmente foi atribuída a tais insetos porque algumas espécies carregam as presas para seus ninhos. Os Artrópodes (ou seja, que possui “pernas articuladas”; do grego, árthron: juntura, articulação; e poús ou podós: pé) são o maior grupo de animais do mundo, tendo cerca de um milhão de espécies descritas, ou seja, mais de ¾ de todas as espécies no reino animal.

Encontrados na natureza desde sob formas microscópicas dos plânctons até animais de grandes dimensões. São exemplos do Filo Arthropoda os insetos, aracnídeos e crustáceos. São caracterizados por possuírem membros rígidos e apêndices articulados. A maioria dos artrópodes possui quitina revestindo o exoesqueleto, que é um polissacarídeo muito abundante na natureza. A ordem Lepidoptera inclui borboletas, mariposas e um grupo de traças de Portugal.

O uso indiscriminado de inseticidas e pesticidas agrícolas como possível método de controle desses insetos e a redução dos recursos florais são algumas das causas diretas e imediatas da redução da diversidade desses animais.

Assim também, a falta de habitats adequados impede a manutenção das populações naturais e, conseqüentemente, afeta sua nidificação. Muitos autores utilizam o termo “praga” para definir uma espécie (não necessariamente de inseto) que causa prejuízo sob algum ponto de vista (geralmente econômico), que ocorre regularmente (todos os anos, por exemplo) ou que apresenta elevados níveis populacionais.

Porém, não é possível dizer que um inseto encontrado ocasionalmente sobre uma planta qualquer, sem maior importância econômica seja uma “praga”. A maior parte das espécies de insetos (cerca de 98%) não se enquadra nessa categoria.

Na realidade, essas espécies todas fazem parte de um delicado, mas importante, equilíbrio biológico natural, cuja perturbação pelo homem pode, aí sim, resultar no aparecimento de “pragas”. São os chamados desequilíbrios. O rompimento do biocontrole natural é uma das maneiras mais comuns para aumentar a severidade da “praga”.

Aplicações de inseticidas em grande quantidade diminuem as populações da “praga”, mas podem causar o mesmo efeito nas populações dos inimigos naturais. Em alguns casos, isso pode levar até a uma maior população da “praga”, pelo rápido crescimento na ausência de seus inimigos naturais (fenômeno chamado ressurgimento da praga).

Em outros casos, o inseticida, por suprimir os inimigos naturais de outra espécie que normalmente não era considerada praga (praga secundária), pode aumentar tanto sua população até chegar ao ponto de causar severos danos, situação conhecida como explosão populacional de uma praga secundária.

Para que a diversidade desses insetos mantenha-se em equilíbrio é indispensável à existência de corredores ecológicos. Estes são partes de ecossistemas naturais, que fazem a ligação dos fragmentos de mata, ou mesmo unidades de conservação. Isto possibilita o fluxo gênico e a movimentação da biota, facilitando a dispersão de espécies e a colonização de áreas degradadas, além da manutenção de suas populações, garantindo sua sobrevivência.


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